quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PS/BRAGA: MEMBROS DA COMISSÃO POLÍTICA
QUEREM SONDAGEM COM ANTÓNIO BRAGA


Os membros da Comissão Política Concelhia do PS/Braga eleitos pela Candidatura de António Braga acabam de tornar público o seguinte comunicado:

«É do conhecimento dos Bracarenses, em geral, e dos inscritos no PS/Braga, em particular, o modo como decorreu a eleição da Comissão Política Concelhia, processo concluído no final do primeiro semestre deste ano e cujos resultados são sobejamente conhecidos.
Da acção e opções de todos os eleitos naquele órgão e da forma como as candidaturas do PS/Braga forem apresentadas ao eleitorado vão depender os resultados nas Eleições Autárquicas de Outubro de 2013.
Inquestionável, contudo, é a importância de que de todos e de cada um destes membros emane um espírito de abertura, de solidariedade e de unidade (que não de unicidade).
Como é sabido, o Partido Socialista impôs-se como objectivo escolher até final do ano todos os candidatos às câmaras municipais do país. Acontece que, mesmo sendo Braga a terceira cidade do país, o PS/Braga continua sem ter candidato à presidência da Câmara Municipal.
Neste contexto, a actual Comissão Política Concelhia está comprometida, pelo programa da “coligação” vencedora, a desenvolver um processo cujos instrumentos possam ajudar a uma escolha transparente desse candidato.
Conscientes que estamos de que a vitória do PS/Braga nas Autárquicas de 2013 é responsabilidade de todos os militantes e simpatizantes, a transparência dos processos e a busca de unidade nas escolhas que hão-de ser feitas implicam que todos os militantes com maior responsabilidade devem estar disponíveis para, respeitando as circunstâncias, desempenhar um papel útil ao Partido e à população de Braga.
É com este espírito que – consideramos – a utilização de instrumentos que ajudem à melhor definição do candidato, de forma séria e com toda a transparência, deve concorrer para a unidade interna.
Um desses instrumentos deve ser, pois, um estudo de opinião – sério e confiável –, a promover pela Direcção Nacional do Partido Socialista.
A inclusão de nomes candidatáveis deve, por outro lado, levar em consideração as condições políticas em que cada eventual nome possa ser considerado. Conforme é público, há hoje novas e politicamente-muito-relevantes informações que condicionam diferentemente a indicação de nomes.
A par disso, todos os potenciais candidatos socialistas à presidência da Câmara Municipal, com notoriedade e provas dadas no serviço à causa pública, devem ser chamados a participar nesses estudos de opinião.
Só assim as diversas correntes de opinião, existentes no PS/Braga – consubstanciadas na “coligação” tutelada pelo actual presidente da CPC/PS de Braga e numa lista mais homogénea liderada por António Braga – se vão sentir envolvidas no processo de designação do candidato.
Apresenta-se-nos claro que nenhum socialista, por alguma razão do foro meramente pessoal ou de táctica política, vai querer assumir o ónus de vir a impedir os eleitores bracarenses de, em sondagens sérias, escolher livremente, de entre os militantes melhor preparados, aquele que considerem o seu melhor candidato à presidência do Município de Braga.
Independentemente da indicação de qualquer outro militante para integrar os estudos de opinião anunciados, os signatários, enquanto parte activa do PS/Braga, vêm reiterar publicamente a sua convicção de que:
– qualquer estudo de opinião, vulgo sondagem, que possa ajudar na escolha do candidato às Eleições Autárquicas de 2013, seja conduzido pela Direcção Nacional do partido;
– que esse procedimento não exclua o nome de António Braga, reconhecidamente dos melhores quadros políticos do Partido Socialista, que os Bracarenses bem conhecem». 
Braga, 12 de Setembro de 2012

sábado, 11 de agosto de 2012

PS/BRAGA NÃO PODE DESPERDIÇAR
CANDIDATURA DE ANTÓNIO BRAGA



Por Lígia Portovedo (*)
                  
O Partido Socialista de Braga continua, nesta data, sem candidato às Autárquicas de 2013. Como foi possível chegar a esta situação? Isto, quando se fala há bastante tempo de, pelo menos, quatro possíveis candidatos?
Recordem-se os factos.
Em Outubro de 2011, António Braga assumiu a disponibilidade para se candidatar à presidência do Município e solicitou o apoio do partido. Logo invocaram alguns um alegado desconforto pela transparência desta posição, argumentando mesmo que era cedo para o partido tomar tais decisões e que se deveria aguardar pela eleição da nova Comissão Política, essa sim com legitimidade para o fazer.
Aceitando as regras, António Braga dedicou-se a trabalhar na sua candidatura e numa proposta de novo rumo para o PS/Braga e para o concelho. Primeiro numa carta de princípios, posteriormente numa moção de candidatura, enunciou propostas para resolver os principais problemas que hoje enfrentamos, como o desemprego, o decréscimo da actividade económica ou o cumprimento de novos direitos dos cidadãos, em especial dos idosos, como o direito a não estar só.
Rodeou-se António Braga de um grupo de militantes imbuído de um espírito republicano de servir a causa pública e, semana após semana, foi discutindo e anotando ideias e linhas de orientação que pudessem fazer do nosso concelho um exemplo na qualidade-de-vida e na criação de riqueza com distribuição equilibrada, assim cumprindo os termos ideológicos do Partido Socialista.
Para o PS/Braga, propôs a discussão frequente de temas relevantes para a sociedade portuguesa e para a cidade, envolvendo todos os militantes e promovendo o debate contínuo junto dos restantes cidadãos para uma reflexão conjunta.
Convém lembrar que alguns dos militantes que se foram juntando a António Braga estavam há largos anos arredados da actividade partidária, desencantados com a participação política tal como muitos outros portugueses. Reconhecendo o espírito do grupo, foram passando a palavra e entusiasmaram-se com o trabalho de produzir uma moção que propunha o direito a uma vida com qualidade para todos os cidadãos, baseada numa disponibilidade desinteressada, onde cada um contribui para o bem-comum com as competências que desenvolveu na sua vida privada, profissional e académica. Trata-se, portanto, de privilegiar as qualidades do cidadão e do profissional, em vez das qualidades do político de carreira, desenvolvidas, muitas vezes, num ambiente pouco saudável de intriga palaciana onde se esquece o que deve ser verdadeiramente importante: o governo competente da nossa sociedade.
Foi este enquadramento ideológico e esta forma de viver a política que permitiu trazer ao trabalho, no grupo de António Braga, vários militantes então desmobilizados, desagradados com a política e também com o Partido Socialista em Braga, fruto de alguns anos de diminuta participação cívica e pouca discussão interna em torno dos reais problemas do concelho e das suas possíveis soluções.
Entretanto, foram nascendo no PS/Braga outras duas possíveis candidaturas, lideradas por Vítor Sousa e por Hugo Pires. E há quem diga que uma outra, com liderança não definida. Confrontados com a crescente adesão à Candidatura de António Braga, todas as outras se coligaram, apresentando uma única candidatura à Comissão Política da Secção de Braga.
Conseguida a vitória, Vítor Sousa – que durante a campanha chegou a declarar por mais do que uma vez que seria ele o próximo candidato socialista à Câmara Municipal – vacila, actualmente, talvez perante a evidência de que as outras duas facções também têm aspirações à liderança da candidatura, tendo que dividir os seus 72% por três, o que pode tornar os 28% de António Braga na maior, digamos facção, de todas.
Ultrapassadas eventuais objecções de outra natureza, como desejo, Vítor Sousa, tendo sido o cabeça-de-lista, está, pois, legitimado para ser o candidato do PS à Câmara de Braga. Em 2 de Junho passado, o boletim eleitoral não contemplava escolha múltipla, pelo que mais ninguém está objectivamente ratificado para assumir tal representação colectiva.
Se Vítor Sousa não for o candidato do PS, é sinal de que os 72% que obteve resultaram de um casamento de conveniência, que não tem tradução real e, nesse caso, o candidato preferido por mais de um quarto dos militantes, António Braga, é uma opção que tem que ser tida em conta. Entre outras, se as houver. A bem do PS/Braga e a bem da cidade.
Posso ser suspeita, por ser sua apoiante, mas estamos, como é quase unanimemente aceite, perante um dos melhores quadros do Partido Socialista, eventualmente aquele que pode levar o partido a revalidar o exercício da governação na Câmara Municipal de Braga.
A democracia tem de ser o princípio básico dos partidos. Que dela devem fazer prova contínua. Bem além de qualquer argumento circunstancial.

(*) Artigo de opinião publicado na edição de 10 de Agosto do "Diário do Minho".

terça-feira, 12 de junho de 2012

AINDA NÃO É CLARO QUEM SERÁ
O CANDIDATO DO PS À CÂMARA

por José Carlos Lima (*)

«O voto dos jovens, muitos dos quais inscritos recentemente, dilataram a vitória de Vítor Sousa sobre António Braga, nas últimas eleições para a Comissão Política Concelhia de Braga. A candidatura de Vítor Sousa/Hugo Pires ganhou em todas as mesas de voto, mas foram as “Mesas 3 e 4”, onde se concentraram os cerca de 1500 novos inscritos, que alargaram a margem de votos, o que impede uma eventual disputa de “diretas” por António Braga.
Entretanto, entre a lista vencedora «ainda não é claro quem será o candidato à Câmara», embora Vítor Sousa se tenha manifestado disponível. Os jovens afetos a Hugo Pires parecem continuar a alimentar a ambição de ver o “supervereador” a disputar a Câmara com Ricardo Rio.
Mais de uma semana depois do ato eleitoral para o PS/Braga, mantém-se atual a pergunta feita diversas vezes por António Braga: «Afinal, quem é o candidato à Câmara?». Na verdade, Vítor Sousa ganhou as eleições com uma margem superior a dois terços (71,3 por cento), face a António Braga (que recolheu apenas 28,7 por cento), mas a “federação de apoios” parece ter terminado no momento da contagem dos votos, com os 44 eleitos a repartirem-se entre fiéis ao vice-presidente, fiéis ao “número dois” da lista Hugo Pires e fiéis ao edil Mesquita Machado, cuja filha ocupou a
terceira posição.
Assim, depois de uma vitória esmagadora – que os críticos internos atribuem aos “novos socialistas”, que já haviam determinado as eleições para a JS – mantêm-se as «dúvidas sobre as condições de Vítor Sousa» liderar a lista à Câmara, embora este tenha tido a seu lado todos os atuais vereadores em funções.
Na verdade, a união com Hugo Pires «sempre foi vista como “contranatura”» por parte de muitos jovens, que pretendem «uma renovação clara» da atual liderança municipal e que nunca deram por “encerrada” a escolha do sucessor de Mesquita à Câmara.
Agora que a vitória está consumada, muitos apoiantes de Hugo Pires insistem na necessidade de «realizar eleições diretas» para a escolha do melhor candidato à Câmara, valendo-se do facto de o atual vereador do Urbanismo ter alegadamente 22 elementos da Comissão Política afetos a uma propositura sua para as eleições autárquicas de 2013.
Na verdade, se dispuser de tal apoio, o “super-vereador” pode mesmo despoletar as diretas, por ter mais de um terço da Concelhia do seu lado, o que não acontece com António Braga, que elegeu apenas 17 conselheiros.
Várias fontes socialistas garantem também que «não há nenhum acordo pré-estabelecido» entre Vítor Sousa e Hugo Pires sobre quem será o candidato à Câmara, mas defendem que «quanto mais rápido for escolhido o cabeça de lista melhor será para o PS», pois a Coligação há muito que tem como certa a candidatura de Ricardo Rio.
Além de Vítor Sousa e Hugo Pires, entre os potenciais candidatos podem surgir ainda os nomes de Nuno Alpoim (número quatro da lista) ou um independente, como o vice-reitor José Mendes.

SOCIALISTAS RECÉM-INSCRITOS
"ESMAGARAM" ANTÓNIO BRAGA

Foi entre os jovens, sobretudo mobilizados pelo filho Pedro Sousa e pelo vereador Hugo Pires, que Vítor Sousa conseguiu o maior apoio nas últimas eleições para a Comissão Concelhia do PS. No total, votaram 2118 militantes, representando uma participação de 76 por cento num universo de 2805, mas «quase 1500 inscritos tornaram-se socialistas recentemente», tendo sido decisivos nas últimas eleições para a JS e agora para o PS.
No total, Vítor Sousa obteve 1.490 votos contra 608 votos em António Braga, mas a maior disparidade de resultados foi registada na “Mesa 3”, com 474 votos, contra apenas 37, e a na “Mesa 4”, com 341 votos contra 134. Foram os jovens, que fonte da lista opositora garante terem sido «angariados nas claques do Braga, em torneios de futsal e nos bairros sociais», que ditaram a vitória absoluta do atual vice-presidente.
Já na “Mesa 2”, Vítor Sousa venceu por 357 votos contra 184, e na “Mesa 1” (dos militantes mais antigos) ganhou com 317 contra 253. A disparidade da votação entre as várias mesas de voto, foi já questionada no debate interno, a que outras fontes juntam o facto de, durante todo o dia, a candidatura vencedora ter «disponibilizado transporte particular», com carrinhas de uma empresa bracarense, para levar os militantes até à sede do PS, sendo convidados a passarem antes e depois por um espaço de diversão, onde lhes era disponibilizado «um serviço de catering».
Oficialmente, a candidatura derrotada não questiona os resultados, mas várias pessoas afetas ironizam dizendo que os estatutos «não proíbem que se alimente ou transporte os apoiantes». Em todo o caso, referem que muitos dos novos inscritos (até seis meses antes das eleições e que só precisavam de pagar seis euros de quotas) «detinham moradas e contactos fictícios, por forma a impedir o contacto por parte dos adversários».

(*) Trabalho jornalístico publicado na edição de 12 de Junho de 2012 no "Diário do Minho"

sexta-feira, 1 de junho de 2012

POR UM PARTIDO ISENTO DE VÍCIOS

por João Antunes

Apoiar a Candidatura de António Braga à Comissão Política Concelhia do Partido Socialista é assegurar um Partido aberto, transparente, isento de vícios e com efectiva actuação de proximidade com a comunidade, não descuidando a sua responsabilidade interventiva nos destinos do Município e, consequentemente, dos seus munícipes.
Não chega o querer ser, é preciso sê-lo. Somente com a vitória do Dr. António Braga estaremos em condições de nos apresentar a sufrágio nas próximas eleições Autárquicas seguros de que possuímos uma verdadeira proposta de valor para a cidade de Braga! As provas estão dadas. O currículo pessoal e político é reconhecido.
E esta Candidatura aprovou em tempo oportuno uma excelente moção, onde estão vertidas propostas fundamentais para o futuro de Braga, mormente num contexto económico e social que não é nada animador. Só fazia sentido a minha intervenção neste processo eleitoral se a fizesse ao lado de António Braga.

CAPACIDADE PARA MOBILIZAR!

por Estefânia Ribeiro

Apoio António Braga. Reconheço-o como homem de carácter, com atitude, liderança e força motivadora. É um homem que acredita na juventude desta tão bela e vibrante cidade que é Braga. Nestes tempos em que estamos descrentes e pessimistas com a crise que o país atravessa, é fulcral ter uma atitude positiva, capacidade de trabalho e, além do mais, acreditar na nossa força para enfrentar os problemas. António Braga tem a experiência e a capacidade de mobilizar e continuar a desenvolver o concelho de Braga. Eu acredito nele.

PREOCUPAÇÃO COM O CONCELHO

por José Manso

Apoio António Braga porque a sua moção de estratégia salienta uma enorme preocupação com o desenvolvimento económico do concelho.
O destaque ao empreendedorismo e a interligação com as instituições “fazedoras” de saber, ou seja, as Universidades, é fundamental.
Braga é hoje, já, um pólo aglutinador de forças empreendedoras em diversas áreas de preparação para o investimento e aquisição de saber, contudo, devem ser criados grupos de trabalho para acompanhamento e dinamização das vertentes económicas, criadoras de emprego e, com isso, de bem-estar e conforto para os cidadãos.
Neste âmbito ganha especial destaque o papel dos jovens. Será óbvio referir que o futuro é deles. Mas poderá ser deles um futuro melhor e não o futuro de alguém que passivamente espera que lhes ponham comida na mesa.